10 curiosidades sobre Santo Antônio de Pádua

Neste dia 13 de junho, a Igreja celebra o dia de Santo Antônio, um dos santos mais populares em Portugal e que conquistou o coração de muitos brasileiros.


A12 selecionou algumas curiosidades sobre esse santo, conhecido como protetor das famílias, advogado das almas do purgatório e casamenteiro:

– Nasceu em 1191, na cidade de Lisboa. Seu nome de batismo era Fernando Martins Bulhões.

– Mudou o nome para Antônio devido à vida religiosa. Essa mudança ocorreu quando estava no Eremitério de Santo Antão dos Olivais de Coimbra.

– A igreja de Santo Antônio, localizada em frente à Catedral da Sé de Lisboa, possui uma cripta (ambiente subterrâneo). O cômodo, chamado de “Quarto de Santo António”, fazia parte da casa dos pais do Santo.

– Na Igreja de Santo Antônio, em Lisboa, foi preservada uma imagem que resistiu ao Terremoto na região, no ano de 1755.

– É conhecido como Santo Antônio de Pádua, pois viveu a maior parte de sua vida por lá. Além disso, faleceu e foi sepultado, em Arcella, perto de Pádua, em 13 de junho de 1231. O seu corpo está na igreja de Santa Maria Mater Domini (também chamada de Basílica de Santo Antônio).

Basílica de Santo Antônio em Pádua

 

– Foi canonizado pelo Papa Gregório IX em tempo recorde, um ano após sua morte, no ano de 1232, e declarado doutor da Igreja em 1946.

– A língua de Santo Antônio permanece em ótimo estado de conservação e em exposição dentro de um relicário até a atualidade, em Pádua. A tradição afirma que isso ocorreu devido à sua fama de excelente pregador do Evangelho.

– No dia 15 de fevereiro é celebrada em Pádua a “festa da língua”, que recorda a data em que a língua de Santo Antônio foi colocada no relicário.

– Há diversas histórias sobre por que Santo Antônio se tornou o santo casamenteiro, mas uma delas conta que uma moça que não tinha dinheiro para pagar o dote ajoelhou diante da imagem dele e recebeu o seu auxílio.

– Outra tradição muito difundida é a dos “pães de Santo Antônio”, que nasceu a partir do costume do Santo de dar aos pobres e doentes pães do convento onde morava. Conta-se que os doentes eram curados depois de comer o pão.

Assista o episódio de Cartas Santas sobre a vida de Santo Antônio:

A Beleza na Liturgia


A beleza é a perfeição completa que agrada os sentidos. Na liturgia, encontramos uma beleza que vai além, que toca a alma e nos eleva para mais perto de Deus.

Beleza Visual: A beleza visual da liturgia se encontra nas cores, na arquitetura das igrejas, nos paramentos e objetos litúrgicos.
Tudo cuidadosamente planejado e elaborado para refletir a glória de Deus.
Beleza Sonora: A liturgia é cheia de melodias e harmonias que nos elevam para além do cotidiano. Os cânticos, as orações e as leituras bíblicas contribuem para com a beleza sonora da celebração.
Beleza do Rito: O rito da liturgia é uma “coreografia sagrada”, cheia de gestos e movimentos que têm um profundo significado. Cada ação é realizada com reverência, refletindo a beleza do rito.
Beleza Transformadora: Mas a beleza da liturgia não é apenas estética. Ela tem o poder de transformar corações, de nos aproximar de Deus – Ele que é A Beleza – e uns dos outros. É uma beleza que fala à alma e nos chama a uma vida de Santidade.

 

Fonte: Michel Pagiossi

HISTÓRIA DE SANTO ANTÔNIO

Santo Antônio ou Fernando Antônio de Bulhões, seu nome de nascença,  nasceu em Lisboa, Portugal, em 15 de agosto do ano de 1195. De família nobre e rica, era filho único de Martinho de Bulhões, oficial do exercito de Dom Afonso e de Tereza Taveira. Sua formação inicial foi feita pelos cônegos da Catedral de Lisboa. Antônio gostava de estudar e de ficar mais recolhido.

Vida de Santo Antônio

Aos 19 anos entrou para o Mosteiro de São Vicente dos Cônegos Regulares de Santo Agostinho, contra a vontade de seu pai. Morou lá por 2 anos. Com uma grande biblioteca em mãos, Antônio avança na sua história pelo estudo e pela oração. É transferido para Coimbra, que é um importante centro de estudos de Portugal, ficando lá por 10 anos. Em Coimbra ele  foi ordenado sacerdote. Logo se viu o dom da palavra que transbordava do jovem padre agostiniano. Ele tinha conhecimento e grande poder de pregação.

O Padre Agostiniano torna-se frei Franciscano

Em Coimbra o Padre Antônio conhece os freis franciscanos, entusiasma-se pelo fervor e radicalidade com que estes viviam o Evangelho e, pouco depois, torna-se Frei Antônio, mudando-se para o mosteiro de São Francisco de Assis.

O Encontro de Santo Antônio com São Francisco de Assis

Santo Antonio faz o pedido de ir para o Marrocos pregar o evangelho e os Franciscanos permitem. No meio do caminho, porém, Frei Antônio fica muito doente e é forçado a voltar para Portugal. Na viagem de volta, o barco é desviado e vai para Itália, terminando por parar na Sicília, em um grande encontro de mais de 5 mil frades franciscanos chamado Capítulo das Esteiras. Lá, Antônio conhece pessoalmente São Francisco de Assis. A mão de Deus o tinha guiado por caminhos diferentes.

A luz deve brilhar para todos

Após conhecer São Francisco, Frei Antônio passa 15 meses como um eremita no monte Paolo. São Francisco enxerga os dons que Deus deu a ele, chama-o de Frei Antônio, meu Bispo e o encarrega da formação teológica dos irmãos do Mosteiro.

No capítulo geral da ordem dos franciscanos ele é enviado a Roma para tratar de assuntos da ordem com o Papa Gregório IX, que fica impressionado com sua inteligência e eloquência e o chama de Arca do Testamento.

Tinha uma força irresistível com as palavras e São Francisco o nomeou como o primeiro leitor de Teologia da Ordem. Em seguida, mandou-o estudar teologia para ensinar seus alunos e pregar ainda melhor. Juntavam-se as vezes mais de 30 mil pessoas para ouvi-lo pregar, e muitos milagres aconteciam. Após a morte de São Francisco, ele foi enviado a Roma para apresentar ao Papa a Regra da Ordem de São Francisco.

Milagres Santo Antônio

Protetor das coisas perdidas. Protetor dos casamentos. Protetor dos pobres. É o Santo dos milagres. Fez muitos ainda em vida. Durante suas pregações nas praças e igrejas, muitos cegos, surdos, coxos e muitos doentes ficavam curados. Redigiu os Sermões, tratados sobre a quaresma e os evangelhos, que estão impressos em dois grandes volumes de sua obra.

Falecimento

Santo Antônio morreu em Pádua, na Itália, em 13 de junho de 1231, com 36 anos. Por isso ele é conhecido também como Santo Antônio de Pádua. Antes de falecer nas portas de Pádua, Santo Antônio diz: ó Virgem gloriosa que estais acima das estrelas. E completou, estou vendo o meu Senhor. Em seguida, faleceu.

Os meninos da cidade logo saíram a dar a notícia: o Santo morreu. E em Lisboa os sinos das igrejas começaram a repicar sozinhos e só depois o povo soube da morte do Santo. Ele também é chamado de Santo Antônio de Lisboa, por ser sua cidade de origem.

Devoção a Santo Antônio

Aconteceram tantos milagres após sua morte, que onze meses após ele foi beatificado e canonizado. Quando seu corpo foi exumado, sua língua estava intacta. São Boaventura estava presente e disse que esse milagre era a prova de que sua pregação era inspirada por Deus. Está exposta até hoje na Basílica de Santo Antônio na cidade de Pádua.

Sua canonização foi realizada pelo Papa Gregório IX, na catedral de Espoleto, em 30 de maio de 1232, sendo o processo mais rápido da história da Igreja.

Em 1934 foi declarado Padroeiro de Portugal.

Em 1946 foi proclamado Doutor da Igreja pelo Papa Pio XII.

Oração a Santo Antônio

Meu querido Santo Antônio dos mais carinhosos, o vosso ardente amor a Deus, as vossas sublimes virtudes e grande caridade para o próximo, vos mereceram durante a vida o poder de fazer milagres espantosos. Nada vos era impossível senão deixar de sentir compaixão pelos que necessitavam da vossa eficaz intercessão. A vós recorremos e vos imploramos que nos obtenhais a  graça especial que nesse momento pedimos. Ó bondoso e santo taumaturgo, cujo coração estava sempre cheio de simpatia pelos homens, segredai as nossas preces ao Menino Jesus, que tanto gostava de repousar nos vossos braços. Uma palavra vossa nos obterá  as mercês que pedimos.

Fonte: cruzterrasanta

Conheça a Sequência de Corpus Christi

Em algumas Solenidades do Calendário Litúrgico da Igreja Católica, existe um momento em que os cristãos cantam alguns hinos específicos, como por exemplo o hino chamado “Sequência de Corpus Christi”. A Sequência é uma composição poética que é recitada ou cantada, antes da aclamação do Evangelho.

A Sequência de Corpus Christi foi criada por São Tomás de Aquino, a pedido do Papa Urbano IV, que instituiu a celebração de Corpus Christi. Em sua origem a composição se chama “Lauda Sion”, que traduzida para o português se chamaria “Terra exulta”.

A Sequência pode ser entoada em sua forma completa ou encurtada, recitando as últimas quatro estrofes. Os organistas do Santuário Nacional, Elaine Guimarães e Silvio Lino, cantaram esse lindo hino para que você possa aprender e se preparar para essa importante Solenidade.

1. Terra, exulta de alegria,

louva teu pastor e guia

com teus hinos, tua voz!

 

2. Tanto possas, tanto ouses,

em louvá-lo não repouses:

sempre excede o teu louvor!

 

3. Hoje a Igreja te convida:

ao pão vivo que dá vida

vem com ela celebrar!

 

4. Este pão que o mundo creia!

por Jesus, na santa ceia,

foi entregue aos que escolheu.

 

5. Nosso júbilo cantemos,

nosso amor manifestemos,

pois transborda o coração!

 

6. Quão solene a festa, o dia,

que da Santa Eucaristia

nos recorda a instituição!

 

7. Novo Rei e nova mesa,

nova Páscoa e realeza,

foi-se a Páscoa dos judeus.

 

8. Era sombra o antigo povo,

o que é velho cede ao novo:

foge a noite, chega a luz.

 

9. O que o Cristo fez na ceia,

manda à Igreja que o rodeia

repeti-lo até voltar.

 

10. Seu preceito conhecemos:

pão e vinho consagremos

para nossa salvação.

 

11. Faz-se carne o pão de trigo,

faz-se sangue o vinho amigo:

deve-o crer todo cristão.

 

12. Se não vês nem compreendes,

gosto e vista tu transcendes,

elevado pela fé.

 

13. Pão e vinho, eis o que vemos;

mas ao Cristo é que nós temos

em tão ínfimos sinais…

 

14. Alimento verdadeiro,

permanece o Cristo inteiro

quer no vinho, quer no pão.

 

15. É por todos recebido,

não em parte ou dividido,

pois inteiro é que se dá!

 

16. Um ou mil comungam dele,

tanto este quanto aquele:

multiplica-se o Senhor.

 

17. Dá-se ao bom como ao perverso,

mas o efeito é bem diverso:

vida e morte traz em si…

 

18. Pensa bem: igual comida,

se ao que é bom enche de vida,

traz a morte para o mau.

 

19. Eis a hóstia dividida… Quem hesita, quem duvida?

Como é toda o autor da vida, 

a partícula também.

 

20. Jesus não é atingido: o sinal que é partido;

mas não é diminuído,

nem se muda o que contém.

 

21. Eis o pão que os anjos comem

transformado em pão do homem;

só os filhos o consomem: não será lançado aos cães!

 

22. Em sinais prefigurado,

por Abraão foi imolado,

no cordeiro aos pais foi dado, no deserto foi maná…

 

23. Bom Pastor, pão de verdade,

piedade, ó Jesus, piedade,

conservai-nos na unidade,

extingui nossa orfandade, transportai-nos para o Pai!

 

24. Aos mortais dando comida, 

dais também o pão da vida;

que a família assim nutrida

seja um dia reunida aos convivas lá do céu!

 

Fonte: A12.

História da Solenidade de Corpus Christi

A Festa de Corpus Christi surgiu em Liége, Bélgica, no seculo XII: um Movimento Eucarístico na Abadia de Cornillon fundada em 1124 pelo Bispo Albero de Liege.

A Festa de “Corpus Christi” é a celebração em que solenemente a Igreja comemora o Santíssimo Sacramento da Eucaristia; sendo o único dia do ano que o Santíssimo Sacramento sai em procissão às nossas ruas. Nesta festa os fiéis agradecem e louvam a Deus pelo inestimável dom da Eucaristia, na qual o próprio Senhor se faz presente como alimento e remédio de nossa alma. A Eucaristia é fonte e centro de toda a vida cristã. Nela está contido todo o tesouro espiritual da Igreja, o próprio Cristo.

A Festa de Corpus Christi surgiu em Liége, Bélgica, no seculo XII: um Movimento Eucarístico na Abadia de Cornillon fundada em 1124 pelo Bispo Albero de Liege.

Santa Juliana de Monte Cornillon, (ou Juliana de Liége) naquela época superiora da Abadia, foi a enviada de Deus para propiciar esta maravilhosa Festa de Corpus Christi.

Santa Juliana de Liege sempre teve uma grande veneração ao Santíssimo Sacramento. E esperava que tivesse uma festa especial em sua honra. Este desejo se diz ter intensificado por uma visão que teve da Igreja sob a aparência de lua cheia com uma mancha negra, que significada a ausência dessa solenidade.

Juliana comunicou estas aparições ao bispo de Liege, também ao doutor Dominico Hugh, mais tarde cardeal legado dos Países Baixos e Jacques Pantaleon, nessa época arquidiácono de Liege, mais tarde o Papa Urbano IV.

O Papa Urbano IV, naquela época, tinha a corte em Orvieto, um pouco ao norte de Roma. Muito perto desta localidade está Bolsena, onde em 1263 ou 1264 aconteceu o Milagre de Bolsena: um sacerdote que celebrava a Santa Missa teve dúvidas de que a Consagração fosse algo real., no momento de partir a Sagrada Forma, viu sair dela sangue do qual foi se empapando em seguida o corporal. A venerada relíquia foi levada em procissão a Orvieto em 19 junho de 1264. Hoje se conservam os corporais -onde se apoia o cálice e a patena durante a Missa- em Orvieto, e também se pode ver a pedra do altar em Bolsena, manchada de sangue.

O Santo Padre movido pelo prodígio, e a petição de vários bispos, faz com que se estenda a festa do Corpus Christi a toda a Igreja por meio da bula “Transiturus” de 8 setembro do mesmo ano, fixando-a para a quinta-feira depois da oitava de Pentecostes e outorgando muitas indulgências a todos que assistirem a Santa Missa e o ofício.

A morte do Papa Urbano IV (em 2 de outubro de 1264), um pouco depois da publicação do decreto, prejudicou a difusão da festa. Mas o seguinte Papa Clemente V tomou o assunto em suas mãos e, no Concílio Geral de Viena (1311), ordenou mais uma vez a adoção desta festa. Em 1317 é promulgada uma recopilação de leis, por João XXII, e assim a festa é estendida a toda a Igreja.

Após a Missa de Corpus Christi se faz a Procissão Eucarística. Estas procissões foram dotadas de indulgências pelos Papas Martinho V e Eugênio IV, e se fizeram bastante comuns a partir do século XIV. Com toda a honra possível ao Rei Jesus.
Finalmente, o Concílio de Trento (em 1.500) declara que:…seja celebrado este excelso e venerável sacramento com singular veneração e solenidade; e reverente e honradamente seja levado em procissão pelas ruas e lugares públicos. Assim nasceu esta maravilhosa Solenidade de Corpus Christi.

 

Fonte: Vatican News

Monsenhor Luiz Pescarmona: uma vida ao ensino e catequese para o povo

Lutas, transformações e empenho àqueles que suplicam por ajuda, baseando-se na palavra de Deus e na fé.


Nascido em Alba, uma pequena comuna italiana, província de Cuneo, ao norte da Itália, Monsenhor Luiz Alberto Pescarmona sagra-se sacerdote e, embalado pela encíclica Fidei Donum, publicada em 21 de abril de 1957, pelo Papa Pio XII, embarca à Terra de Santa Cruz para reforçar as necessidades da igreja, focando seus esforços na catequese e na consecução de direitos que outrora não revestiam a população pobre da época.

Ao chegar no Brasil, incumbiu-se em desempenhar suas funções pastorais em Belo Horizonte, mas, diante da necessidade e carência, resolve exercer tais funções na região nordeste, sob o comando de Dom Marcelo Pinto Carvalheira, então bispo auxiliar da Paraíba. Neste interim, coordenou diversos trabalhos relacionados às questões agrárias, tornando-se assim, símbolo na luta pelos direitos daqueles que mais necessitavam. Assim alude o próprio Monsenhor Luiz, em entrevista concedida ao Padre Reinaldo Calixto, em novembro de 2018:

Dom Marcelo me pediu para fazer alguma pelos que mais sofriam com o problema da terra. Então começamos um trabalho com os canavieiros de Pilões, Areia e Alagoa Grande, e aí começou a pastoral da terra eu, padre, e mais um grupo de leigos, amigos de Dom Marcelo, chamados de SEDUP (Serviço de Educação Popular)m acompanhamos por três anos, entre 1977e 1983, os canavieiros. Naquele período, morreu assassinada Maria Margarida Alves, que estava junto conosco nas reivindicações pelos direitos dos trabalhadores rurais de Alagoa Grande. Ao chegar da missa que celebrei pela alma dela, em frente da Igreja de Alagoa Grande, Dom Marcelo me entregou uma carta de uma mulher de Araruna, na fazenda Varelo de Baixo, que estava sendo ameaçada de ser expulsa, peguei e fui a Araruna – nunca tinha ido lá. Chagando lá, bati por muito tempo sem resposta… Depois de muito gritar: ‘Ei, de casa! Ei de casa!’, veio uma mulher, abriu a porta… e eu disse: ‘E quem Dona Antônia?’, ela ficou branca e disse: ‘Sou eu’. Eu dei as costas e fui ao carro buscar a carta. Ela pensou que tinha ido buscar uma arma, pois achava que era fazendeiro. Indo em direção a ela, disse: ‘Dona Antônia, esta carta é sua?’ ‘Sim, fui eu que escrevi. O senhor é padre Luiz?’ ‘Sim’. Aí, num instante o povo veio, saiu gente de tudo que é canto. E, assim, começou o primeiro conflito de terra na diocese. Em Araruna, na fazenda Varelo de Baixo, em 1983.”

Monsenhor Luiz espelha a humildade, confessar por amor e catequisa por dever. Fundou a comunidade “Thalita”, objetivando a educação de jovens moças, almejando a formação destas e a construção de uma sociedade igualitária. Esteve presente na fundação da Diocese de Guarabira, sendo vigário da Catedral de Nossa Senhora da Luz até os dias atuais. Que Deus o conceda mais 85 anos, pois, tal sacerdote é pilar e espinha dorsal para inúmeros fiéis, vida longa!

Por Gabriel Araújo, Pascom Luz.

Padre Kleber Rodrigues, atual Pároco e Cura da Catedral, e Monsenhor Luiz Pescarmona
Padre Kleber Rodrigues, atual Pároco e Cura da Catedral, e Monsenhor Luiz Pescarmona, ano de 2023

Frei Damião de Bozzano: 26 anos de falecimento

Nesta quarta-feira, 31 de maio, faz 26 anos da morte de frei Damião de Bozzano.


Frei Damião nasceu em Bozzano, na Itália, em 5 de novembro de 1898, tendo recebido o nome de Pio Gianotti. Aos 13 anos, ingressou no Seminário Seráfico de Camigliano, da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos. Em julho de 1915, emitiu os primeiros votos e recebeu o nome de frei Damião de Bozzano. Mas, precisou interromper os seus estudos de Filosofia após ser convocado, em setembro de 1918, para o serviço militar na Primeira Guerra Mundial. Retornou ao convento ao fim da guerra e emitiu sua profissão perpétua. Foi ordenado sacerdote em 25 de agosto de 1923, em Roma.

Em 1931, foi enviado ao Brasil e se estabeleceu no convento Nossa Senhora da Penha, em Recife (PE). Depois disso, foram 66 anos dedicados às santas missões, que eram uma semana missionária, em que ele se dedicava a proclamar a Palavra de Deus em uma cidade. Frei Damião fazia sermões, catequeses, visita aos doentes, aos presos. Além disso, atendia confissões por mais de 12 horas por dia.

Com os anos, adquiriu uma deformação na coluna que o deixou encurvado, provocando dificuldades na fala e na respiração. Além disso, durante muito tempo, sofre de erisipela, devido à má circulação sanguínea.

Em 2019 Frei Damião foi considerado Venerável pelo Papa Francisco.

Em 1990, sofreu uma embolia pulmonar, por isso, a partir de então, diminuiu o ritmo das Santas Missões, passando apenas para os finais de semana. Mas, sua saúde se agravou em 1997. Em 12 de maio daquele ano, foi internado no Real Hospital Português, na capital pernambucana, onde foi visto realizando aquele que foi chamada “sua última missão”, rezou o terço com o povo em uma das salas do hospital. No dia seguinte, 13 de maio, sofreu um derrame cerebral e foi levado para a UTI, vindo a morrer em 31 de maio de 1997, aos 98 anos. Seu corpo foi enterrado na capela de Nossa Senhora das Graças, de quem era devoto, no Convento São Félix, em Recife.

Papa a crianças com câncer da Polônia: lembrem-se de que Jesus está sempre com vocês!

Não foi a primeira vez que Francisco recebeu um grupo proveniente da mesma Clínica de Oncologia da cidade polonesa de Wrocław. O Papa repetiu o gesto de rezar uma Ave Maria juntos e recordou que mesmo nos momentos mais difíceis da doença, Jesus está junto dos pequenos pacientes: “‘Pego você pela mão’, diz Jesus, como quando vocês eram crianças aprendendo a dar os primeiros passos”.


A ternura do Pontífice no encontro com o grupo polonês

 

A semana do Papa Francisco começou com a leveza das crianças, já que as duas primeiras audiências desta segunda-feira (29), no Vaticano, eram destinadas ao encontro delas. Na sala adjacente da Sala Paulo VI, o Pontífice recebeu um grupo de mais de 50 pequenos pacientes em tratamento de câncer com seus acompanhantes, provenientes da Clínica de Oncologia da cidade polonesa de Wrocław. Em seguida foi a vez de encontrar as cerca de 150 crianças de várias nações africanas, por ocasião do Dia da África, celebrado na última quinta-feira, 25 de maio.

Vocês não estão sozinhos!

No primeiro encontro com o grupo polonês, Francisco teve o auxílio do tradutor a quem se dirigiu logo no começo da saudação, quando falou da alegria ao receber as crianças no Vaticano: “como se diz ‘muito obrigado, bem-vindo’ em polonês?”. Obviamente com a dificuldade do “dziękuję bardzo” e “witamy”, o Papa foi diretamente ao assunto, encorajando pacientes, pais, cuidadores e profissionais a serem “apóstolos do amor de Deus” na Igreja e no mundo. Levar esse testemunho da alegria do amor de Deus aos outros, apesar das dificuldades no caminho de quem convive com o câncer, porque “precisam se curar, superar a doença ou conviver com a doença, e isso não é fácil”:

“Quantas vezes na vida nos encontramos na situação de não ter forças para continuar. Mas vocês nunca estão sozinhos! Jesus está sempre perto e lhes diz: ‘Vai, vai, vai em frente! Eu estou com você’. ‘Pego você pela mão’, diz Jesus, como quando vocês eram crianças aprendendo a dar os primeiros passos. Queridas crianças, Jesus está sempre ao nosso lado para nos dar esperança. Sempre, mesmo nos momentos da doença, mesmo nos momentos mais dolorosos, mesmo nos momentos mais difíceis: o Senhor está ali!”

Jesus e Nossa Senhora estão sempre presentes

E não só Ele, continuou o Papa, mas uma legião do bem formada pelos familiares, médicos e amigos que ajudam a seguir em frente. “Pensem na mãe de vocês, que deu à luz, e ao seu pai”, reforçou Francisco, recordando o quanto “Deus os ama”. Além disso, convidando todos a rezar uma Ave Maria juntos para recordar de Nossa Senhora, Francisco disse para lembrar também dela, da sua constante ternura maternal:

“Se alguém se vê sozinho e se sente abandonado, não esqueçamos que Nossa Senhora está sempre perto, especialmente quando sentimos o peso da doença com todos os seus problemas: ela está ali perto, como esteve ao lado do seu Filho Jesus quando todos o abandonaram. Maria está sempre presente, ao nosso lado, com a sua ternura maternal.”

Fonte: Vatican News

O Tempo Comum é tempo de fidelidade

O Tempo Comum é tempo de fidelidade: de ser fiel à Eucaristia, de manter uma caminhada constante e progressiva em direção a Cristo, de ser vigilante e de esperar.


No Tempo Comum a Liturgia se reveste de verde; não conheço nenhum compêndio com explicações mistagógicas detalhadas sobre as cores do Ano Litúrgico, mas todas elas têm significados bem óbvios. O verde significa claramente esperança, especificamente aquela virtude teologal que tem tanto a ver com a fidelidade quotidiana enquanto esperamos e apressamos Aquele Dia Terrível do qual não sabemos a hora.

Penso também na vitalidade à qual somos chamados, uma vez que o verde é a cor das plantas que estão vivas (dos ramos da videira que permanecem unidos à videira), em oposição aos sarmentos secos que, separados de Cristo e de Sua Igreja, não podem jamais dar frutos. E o verde aponta também para o sofrimento que nos acompanha sempre, pois nunca me esqueço das palavras de Cristo durante a Sua Paixão: Porque, se eles fazem isto ao lenho verde, que acontecerá ao seco? (Lc 23, 31).

 

Fonte: Salvem a Liturgia

Um minuto com Maria no Pentecostes

O Espírito Santo jamais irá se comunicar com qualquer criatura com tanta abundância como a Virgem Maria


No dia de Pentecostes, o Espírito Santo envia raios do seu fogo sagrado aos discípulos; mas, Ele reúne todos em Maria (…). E, novamente, a desposa e dá-se a ela (…), de forma mais intensa do que antes. (…)

Podemos, realmente, dizer que o Espírito Santo nunca irá se comunicar com alguma criatura com tal abundância como agiu com a Mãe Santíssima.

No dia de Pentecostes, o Espírito Santo realizou mudança prodigiosa nos apóstolos, que, antes carnais e rudes, tornaram-se homens espirituais e divinos.

Mas houve modificação mais relevante, em Maria, não como a transformação deles — de passar do estado de imperfeição ao de santidade —, mas passando de um sublime grau de perfeição a outro, muito mais sublime, sem comparação.

santidade de Deus, sendo infinita em si mesma, jamais teria limites em suas comunicações externas; e em relação a Maria, Ele não colocou outras medidas, a não ser aquela que permite a capacidade essencialmente finita de uma criatura pura.

E como essa capacidade pode tornar-se sempre maior, sem sair dos limites do finito, não tenhamos nenhuma dificuldade em crer que, em Maria, esta magnitude de perfeição tenha sido delongada, estendida, ultrapassando a inteligência dos homens e dos anjos.

Renata Sedmakova/ Shutterstock

“Foi neste lugar que a evangelização da Europa teve início”

Igreja de Notre-Dame-de-la-Mer (Nossa Senhora do Mar) situa-se em Saintes-Maries-de-la-Mer, ventre, Jesus. no departamento francês de Bouches-du-Rhône, perto da cidade de Marselha.

O que motivou a frase expressa pelo Santo Padre, João Paulo II: “Eu gostaria de ir a Marselha, pois foi nesta cidade que a evangelização da Europa teve início.”

Graças à Tradição dos Santos da Provence, sobretudo, São Lázaro, Santa Marta, as três Saintes Maries de la Mer (Santas Marias do Mar, Maria Madalena, Maria Jacobé e Maria Salomé), Sara, os Santos Bispos Maximino, Sidônio e Trófimo (Trophimus), é possível, atualmente, visitar os locais religiosos e culturais que deram origem ao Cristianismo na Provence e em toda a França.

Neste tempo de Pentecostes, os apóstolos da primeira evangelização nos convidam a rezar com Nossa Senhora do Mar (Notre Dame de la Mer), para que advenha o novo Pentecostes de amor sobre o mundo, o que foi profetizado por vários papas e por Marta Robin.

Fonte: A12

Papa em Pentecostes: diante das divisões do mundo, acolher e invocar o Espírito todos os dias

Na Basílica de São Pedro, Francisco presidiu a missa de Pentecostes na manhã deste domingo (28) e refletiu sobre a ação do Espírito Santo em três momentos: na criação do mundo, na Igreja e nos nossos corações.


Neste domingo (28) de Pentecostes, o Papa presidiu a missa na Basílica de São Pedro enaltecendo a ação do Espírito Santo, “fonte inesgotável de harmonia”, em três diferentes momentos: no mundo que criou, na Igreja e nos nossos corações. O celebrante foi o cardeal brasileiro João Braz de Aviz, prefeito do Dicastério para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica.

O Pontífice presidiu a missa de Pentecostes neste domingo (28), no Vaticano

O Espírito Santo se opõe ao espírito divisor

Em primeiro lugar, na criação do mundo, Francisco coloca o questionamento que muitos podem se fazer: “se tudo tem a sua origem no Pai, se tudo é criado por meio do Filho, qual é o papel específico do Espírito?”. Partindo de São Basílio, o Papa explica em uma palavra: dar harmonia ao mundo, dando ordem à desordem e coesão à dispersão, mas não “mudando a realidade, harmonizando-a”. Sobretudo no mundo de hoje, de tanta discórdia e divisão, anestesiados pela indiferença apesar de tanta conexão. De tantas guerras e conflitos, tudo alimentado pelo “espírito da divisão, o diabo”, descreve o Pontífice ao desafogar: “parece incrível o mal que o homem pode fazer…”.

“E sabendo o Senhor que, perante o mal da discórdia, os nossos esforços para construir a harmonia não são suficientes, Ele, no momento mais alto da sua Páscoa, no ponto culminante da salvação, derrama sobre o mundo criado o seu Espírito bom, o Espírito Santo, que Se opõe ao espírito divisor, porque é harmonia, Espírito de unidade que traz a paz. Invoquemo-Lo todos os dias sobre o nosso mundo, sobre a nossa vida e diante de todo ditpo de divisão!”

O Espírito Santo é o coração da sinodalidade

Em seguida, o Papa reflete sobre a ação do Espírito Santo na Igreja, a partir de Pentecostes, quando desce sobre cada um dos Apóstolos. Num contexto plural de “graças particulares e carismas diversos”, em vez da confusão, o Espírito cria harmonia, “sem homogeneizar nem uniformizar”. Como disse São Paulo, «há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo» (1 Cor 12, 4.13).

E o Sínodo em curso, destaca o Papa, “é – e deve ser – um caminho segundo o Espírito: não um parlamento para reclamar direitos e exigências à maneira das agendas de trabalho no mundo, nem ocasião de se deixar levar ao sabor de qualquer vento. Mas o Sínodo é uma oportunidade para ser dóceis ao sopro do Espírito”. O “coração da sinodalidade” é o próprio Espírito Santo, afirma Francisco, ao reforçar:

“Sem Ele, a Igreja fica inerte; a fé não passa duma doutrina, a moral dum dever, a pastoral dum trabalho. Com Ele, pelo contrário, a fé é vida, o amor do Senhor conquista-nos e a esperança renasce. Coloquemos de novo o Espírito Santo no centro da Igreja; caso contrário, o nosso coração não arderá de amor por Jesus, mas por nós mesmos. Ponhamos o Espírito no início e no coração dos trabalhos sinodais.”

Acolher e invocar o Espírito nos corações

Por fim, o Pontífice analisa a ação do Espírito nos nossos corações, que procura perdoar os pecados com harmonia. Assim, o Papa finaliza a homilia na missa de Pentecostes, convidando a invocar diariamente o Espírito Santo: “comecemos o dia rezando-Lhe, tornemo-nos dóceis ao Espírito Santo!”, encoraja Francisco, ao semear em todos, também, esse acolhimento à força criadora do Espírito:

“E hoje, na sua festa, questionemo-nos: Sou dócil à harmonia do Espírito? Ou corro atrás dos meus projetos, das minhas ideias sem me deixar moldar, sem me fazer mudar por Ele? O meu modo de viver a fé é dócil ao Espírito ou é teimoso? Teimoso com as letras, teimoso com as chamadas doutrinas que são apenas expressões frias de uma vida? Sou precipitado em julgar, acuso e bato a porta na cara aos outros, considerando-me vítima de tudo e de todos? Ou acolho a harmoniosa força criadora do Espírito, acolho a «graça de estar juntos» que Ele inspira, o seu perdão que dá paz? E, por minha vez, perdoo? O perdão é dar espaço para que venha o Espírito… Promovo a reconciliação e crio comunhão ou sempre estou procurando, metendo o nariz onde existem as dificuldades, para fofocar, para dividir, para destruir? Perdoo, promovo reconciliação, crio comunhão? Se o mundo está dividido, se a Igreja se polariza, se o coração se fragmenta, não percamos tempo a criticar os outros e a zangar-nos com nós mesmos, mas invoquemos o Espírito: Ele é capaz de resolver essa coisas.”

Fonte: Vatican News

Qual é o sentido de Pentecostes?

A Solenidade de Pentecostes marca a saída da Igreja para todos os povos. Nela é iniciada uma ação evangelizadora para que todas as nações tenham acesso ao Evangelho e à salvação com o poder do Espírito Santo.

(IMAGEM COMSHALOM)

Pentecostes é uma das celebrações mais importantes do calendário cristão e comemora a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos de Jesus Cristo, sua mãe Maria e outros seguidores. Ele  é celebrado 50 dias depois do domingo de Páscoa, e ocorre no sétimo dia depois da celebração da Ascensão de Jesus.

E assim, para entendermos melhor o verdadeiro sentido da Solenidade de Pentecostes, precisamos partir do texto do livro de Ato dos Apóstolos, que nos apresenta na narração: “Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído como de um vento forte, que encheu toda a casa em que se encontravam. Então apareceram línguas como de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia expressar-se. Residiam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações que há debaixo do céu. Quando ouviram o ruído, reuniu-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua.” (At, 2, 1-6).

Essa passagem bíblica apresenta o novo curso da obra de Deus, fundamentada na Ressurreição de Cristo, obra que envolve o homem e a sua história de salvação.

O Catecismo da Igreja Católica (CIC) diz que: “No dia de Pentecostes (no termo das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo completou-se com a efusão do Espírito Santo, que se manifestou, se deu e se comunicou como Pessoa divina: da Sua plenitude, Cristo Senhor derrama em profusão o Espírito” (CIC, n. 731).

Nessa celebração, somos convidados e enviados para professar ao mundo a presença do Espírito Santo. E também a invocarmos a efusão do Espírito para que Ele renove a face da terra, para que possa agir com a mesma intensidade do acontecimento inicial dos Atos dos Apóstolos sobre a Igreja, sobre todos os povos e nações.

Por essa razão, precisamos entender o significado da Terceira Pessoa da Santíssima Trindade. O Catecismo nos diz:

“O termo Espírito traduz o termo hebraico Ruah que, na sua primeira acepção, significa sopro, ar, vento. Jesus utiliza precisamente a imagem sensível do vento para sugerir a Nicodemos a novidade transcendente d’Aquele que é pessoalmente o Sopro de Deus, o Espírito Divino. Por outro lado, Espírito e Santo são atributos divinos comuns às Três Pessoas Divinas. Mas, juntando os dois termos, a Escritura, a Liturgia e a linguagem teológica designam a Pessoa inefável do Espírito Santo, sem equívoco possível com os outros empregos dos termos espírito e santo” (CIC, n. 691).

A Solenidade de Pentecostes marca a saída da Igreja para os povos, o início da ação evangelizadora, para que todas as nações, de todas as línguas, tenham acesso ao Evangelho e à salvação mediante o poder do Espírito Santo de Deus.

No tempo de Pentecostes devemos celebrar com gratidão, acolher a Obra Nova nas nossas Vidas. Temos a necessidade do Espírito Santo Paráclito. Por isso devemos, em todas as situações, clamar: Vem, Espírito Santo! Que não esqueçamos deste auxílio que Deus, em Sua infinita bondade, nos enviou.

 

Fonte: Comunidade Shalom