Catedral da Luz convida fiéis a viverem intensamente a Semana Santa

A Catedral de Nossa Senhora da Luz se prepara, mais uma vez, para acolher os fiéis em um dos momentos mais profundos e transformadores da fé: a Semana Santa. Este é um tempo de silêncio, de oração e, sobretudo, de encontro com o amor infinito de Cristo, que se entrega por nós na Cruz.

Durante toda a semana, a comunidade é convidada a caminhar com Nosso Senhor, desde sua entrada triunfal em Jerusalém até o ápice de sua Paixão, Morte e gloriosa Ressurreição. Cada celebração é uma oportunidade de renovar a fé e mergulhar no mistério da salvação.

Mais do que uma tradição, viver a Semana Santa é um chamado. É permitir que a Paixão de Cristo toque profundamente o coração, cure as feridas da alma e reacenda a esperança. É olhar para a Cruz e reconhecer ali o maior gesto de amor já realizado.

A Catedral da Luz convida você e sua família a não apenas assistir, mas a participar com fé, recolhimento e entrega. Venha rezar, contemplar e caminhar com Jesus neste tempo santo.

Que esta Semana Santa seja um verdadeiro encontro com o Senhor, capaz de transformar vidas e reacender a luz da fé em nossos corações.

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O Papa à nova arcebispa de Cantuária: avante com o diálogo entre os desafios do mundo

Leão XIV envia uma mensagem de felicitações a Sarah Mullally, a mais alta autoridade espiritual da Igreja Anglicana, por ocasião de sua posse oficial na última quarta-feira. O enviado papal, cardeal Kurt Koch, entregou a carta ao final de uma oração conjunta para celebrar o 60º aniversário do encontro entre Paulo VI e o arcebispo Ramsey em Roma, em 1966.

O Papa Leão XIV enviou uma mensagem, nesta quinta-feira (26/03), à nova arcebispa de Cantuária, Sarah Mullally, Primaz da Igreja Anglicana, que foi oficialmente empossada na última quarta-feira, 25, durante uma cerimônia que contou com a presença dos Príncipes William e Kate e de vários líderes religiosos.

Com 63 anos, casada e mãe de dois filhos, Mullally é a primeira mulher a ocupar este cargo. Em seu sermão, ela falou sobre mulheres na Bíblia que, confiando em Deus, abraçaram um futuro incerto. Ao mesmo tempo, ela reiterou a urgência de sempre buscar a verdade e a justiça na Igreja.

Oração comum

Esta manhã, realizou-se uma oração comum na Catedral de Cantuária, presidida pela nova arcebispa e pelo enviado papal, cardeal Kurt Koch, prefeito do Dicastério para a Promoção da Unidade dos Cristãos. Os dois rezaram lado a lado, ajoelhados, na Capela de Nossa Senhora do Martírio. Foi utilizado o mesmo genuflexório usado no encontro entre João Paulo II e o arcebispo Robert Runcie em 1982. No final da liturgia, o cardeal Koch entregou a carta de felicitações do Papa, na qual Leão XIV recorda o ministério “exigente” do arcebispo, que “tem responsabilidade não só pela Diocese de Cantuária, mas também por toda a Igreja da Inglaterra e pela Comunhão Anglicana como um todo”. Mullally sucede ao arcebispo Justin Welby, que renunciou em 2024. Leão XIV recorda que a nova primaz inicia as suas funções “num momento desafiador da história da família anglicana”. Ele pede ao Senhor que a “fortaleça com o dom da sabedoria”.

“Rezo para que ela seja guiada pelo Espírito Santo ao serviço de suas comunidades e se inspire no exemplo de Maria, Mãe de Deus.”

Koch e Mullally rezando na Capela de Nossa Senhora do Martírio

O encontro entre Paulo VI e Ramsey em Roma em 1966

O Papa volta então no tempo e recorda o encontro “histórico” em Roma, há sessenta anos, entre São Paulo VI e o arcebispo Michael Ramsey. Foi em 1966 e o encontro ocorreu ao longo de dois dias: 23 e 24 de março, este último na Basílica de São Paulo Fora dos Muros. A liturgia de desta quinta-feira quis comemorar este aniversário.

Aquelas mãos que se apertam entre Montini e Ramsey “envolveram católicos e anglicanos numa nova fase do desenvolvimento de relações fraternas, baseadas na caridade cristã”, enfatiza o Papa.

“Aquela nova página de abertura respeitosa deu muitos frutos ao longo das últimas seis décadas e continua a fazê-lo hoje.”

O trabalho da Comissão anglicana e católica

Na mesma ocasião, o Papa e o arcebispo anglicano “também concordaram em iniciar um diálogo teológico”. Assim nasceu a Comissão Internacional Anglicano-Católica (ARCIC) que, “desde sua criação, tem dado uma enorme contribuição para o crescimento da compreensão recíproca”.

“Os frutos deste trabalho precioso nos permitiram testemunhar juntos de forma mais eficaz. Isto é especialmente importante dados os muitos desafios que a nossa família humana enfrenta hoje.”

Um momento de oração em comum

Progresso, não obstante os obstáculos

O Papa Leão XIV diz estar “grato” porque “este importante diálogo continua”. E continua apesar de “o caminho ecumênico nem sempre ter sido isento de obstáculos”, admite o Pontífice. Ele recorda o passado mais recente, ou seja, a relação entre o Papa Francisco e o arcebispo Welby — que também viajaram juntos ao Sudão do Sul em 2023 — que, não obstante os progressos, “reconheceram francamente que novas circunstâncias trouxeram novos desacordos entre nós”. “No entanto, continuamos a caminhar juntos, porque as divergências não nos impedem de nos reconhecermos reciprocamente como irmãos e irmãs em Cristo, por causa do nosso Batismo comum”, observa Leão XIV.

“Por minha parte, acredito firmemente que devemos continuar a dialogar na verdade e amor, porque é somente na verdade e no amor que chegamos a conhecer juntos a graça, a misericórdia e a paz de Deus e, assim, sermos capazes de oferecer esses preciosos dons ao mundo.”

Testemunho de unidade

“A unidade que os cristãos buscam nunca é um fim em si mesma”, conclui o Papa. Ele recorda o Papa Francisco quando, dirigindo-se aos primazes da Comunhão Anglicana em 2024, afirmou que “seria um escândalo se, por causa das divisões, não cumpríssemos nossa vocação comum de dar a conhecer Cristo”.

“Somente através do testemunho de uma comunidade cristã reconciliada, fraterna e unida é que o anúncio do Evangelho ressoará com mais clareza.”

A nova arcebispa de Cantuária, Sarah Mullally (ANSA)

A delegação católica

A delegação católica em Cantuária, guiada pelo cardeal Koch, é composta pelo arcebispo Flavio Pace, secretário do Dicastério para a Promoção da Unidade dos Cristãos; Martin Brown, oficial; e os cardeais Vincent Nichols e Timothy Radcliffe. Também estão presentes Bernard Longley, arcebispo de Birmingham, copresidente da Comissão de Diálogo Anglicano-Católico (ARCIC); Richard Moth, arcebispo de Westminster; John Wilson, arcebispo de Southwark; Leo William Cushley, arcebispo de St. Andrews e Edimburgo; Kenneth Anthony Adam Nowakowski, bispo da Igreja greco-católica ucraniana no Reino Unido; e Ante Vidović, encarregado de negócios da Nunciatura Apostólica em Londres.

Fonte: Vatican News

O papel da Virgem Maria na Quaresma

Não há tempo litúrgico na Igreja em que a Virgem Maria esteja ausente.

A vida da Virgem Maria, foi em tudo fazer a vontade de Deus e sua participação na Quaresma pode ser compreendida sob outra ótica: ensinar-nos a viver o tempo quaresmal. No plano salvífico de Deus (ver Lc 2,34-35) estão associados Cristo crucificado e a Virgem dolorosa. Como Cristo é o “homem de dores” (Is 53,3), por meio do qual se agradou Deus em “reconciliar consigo todos os seres: os do céu e os da terra, fazendo a paz pelo sangue de sua cruz” (Col 1,20), assim Maria é a “mulher da dor”, que Deus quis associar a Seu Filho, como mãe e partícipe da Paixão. Dos dias da infância de Cristo, toda a vida da Virgem, participando do rechaço de que era objeto do Filho, transcorreu sob o sinal da espada (ver Lc 2,35).

Por isso a Quaresma é também tempo oportuno para crescer em nosso amor filial Àquela que ao pé da Cruz entregou a seu Filho, e se entregou Ela mesma com Ele, por nossa salvação. Este amor filial podemos expressar durante a Quaresma impulsionando certas devoções marianas próprias deste tempo: “As sete dores de Santa Maria Virgem”; a devoção a “Nossa Senhora, a Virgem das Dores” (cuja memória litúrgico se pode celebrar na sexta-feira da V semana de Quaresma; e a reza do Santo Rosário, especialmente os mistérios de dor).

 

Fonte: Comunidade Shalom

Papa: a Igreja é humana e divina, sinal visível da ação de Cristo na história

Na catequese da Audiência Geral desta quarta-feira, 4 de março, Leão XIV refletiu sobre a natureza da Igreja à luz da Constituição dogmática Lumen Gentium. “Não existe uma Igreja ideal e pura, separada da terra, mas apenas a única Igreja de Cristo, encarnada na história”, destacou o Pontífice.

Na Audiência Geral desta quarta-feira (4/03), na Praça São Pedro, o Papa Leão XIV deu continuidade ao ciclo de catequeses sobre a Constituição dogmática Lumen Gentium, refletindo sobre a natureza da Igreja. O Pontífice destacou que ela é uma realidade “complexa”, não por ser confusa, mas porque reúne, de modo harmonioso, a dimensão humana e a divina, sem que uma se oponha à outra. Não existe, segundo o Santo Padre, uma Igreja ideal separada da história, mas a única Igreja de Cristo, encarnada no tempo e formada por pessoas reais.

Ao explicar o sentido dessa “complexidade”, o Papa recordou que o primeiro capítulo da Lumen Gentium procura responder à pergunta fundamental: o que é a Igreja? Para isso, o Concílio a define como “um organismo bem estruturado, no qual coexistem as dimensões humana e divina, sem separação nem confusão”.

A dimensão humana e a origem divina da Igreja

Leão XIV explicou que a dimensão humana da Igreja é a mais visível: trata-se de uma comunidade de homens e mulheres que vivem a alegria e o peso de ser cristãos, com suas forças e fragilidades, anunciando o Evangelho e sendo sinal da presença de Cristo no mundo. Contudo, essa descrição não é suficiente para compreender plenamente a Igreja, que possui também uma origem e uma dimensão divina.

“A Igreja não é fruto de uma perfeição ideal dos seus membros, mas nasce do plano de amor de Deus pela humanidade, realizado em Cristo.”

(@VATICAN MEDIA)

A Igreja à luz da humanidade de Cristo

O Papa recordou que, por isso, a Igreja é, ao mesmo tempo, comunidade terrena e Corpo Místico de Cristo, assembleia visível e mistério espiritual, realidade inserida na história e povo em peregrinação rumo ao céu. Para ilustrar essa realidade, recorreu à experiência dos discípulos com Jesus. Eles encontravam um homem concreto, com rosto, voz e gestos, mas, ao segui-lo, abriam-se ao encontro com o próprio Deus: “A carne de Cristo, o seu rosto, os seus gestos e as suas palavras manifestam visivelmente o Deus invisível.”

Da mesma forma, ao olhar para a Igreja, vê-se uma dimensão humana feita de pessoas que, por vezes, refletem a beleza do Evangelho e, em outras, mostram limites e erros. No entanto, é precisamente através dessa fragilidade que Cristo continua a agir e a salvar.

Não há oposição entre Evangelho e instituição

O Santo Padre recordou as palavras de Bento XVI para reafirmar que não existe oposição entre o Evangelho e as estruturas da Igreja, pois elas servem justamente para tornar o Evangelho concreto na vida do nosso tempo:

“Não existe uma Igreja ideal e pura, separada da terra, mas apenas a única Igreja de Cristo, encarnada na história. A santidade da Igreja consiste nisto: no fato de Cristo habitar nela e continuar a doar-se através da pequenez e fragilidade dos seus membros.”

A caridade edifica a Igreja

Já na parte final da catequese, Leão XIV recordou que Deus se manifesta por meio da fraqueza humana e convidou os fiéis a edificarem a Igreja não apenas por meio das suas estruturas visíveis, mas sobretudo através da comunhão e da caridade, que geram constantemente a presença do Ressuscitado.

E, citando Santo Agostinho, o Pontífice concluiu: “Queira o céu que todos pensem somente na caridade: ela só, de fato, conquista todas as coisas, e sem ela todas as coisas são inúteis; onde quer que se encontre, atrai todas as coisas a si”.

Fonte: Vatican News

Papa: na Quaresma, abster-se de palavras que ferem o próximo

“Escutar e jejuar. Quaresma como tempo de conversão” é o título da mensagem do Papa Leão XIV para a Quaresma de 2026. O Pontífice convida os fiéis a um “jejum que também passe pela língua, para que diminuam as palavras ofensivas e aumente o espaço dado à voz do outro”.

Um jejum de palavras ofensivas: este é o convite do Papa Leão XIV aos fiéis que se preparam para viver a Quaresma, “tempo em que a Igreja nos convida a recolocar o mistério de Deus no centro da nossa vida”.

Para que a nossa fé ganhe novo impulso e o coração não se perca entre as inquietações e as distrações do quotidiano, o Pontífice recorda que é preciso empreender o caminho de conversão, que começa quando nos deixamos alcançar pela Palavra e a acolhemos com docilidade de espírito.

Escutar

Este ano, o Papa destaca, em primeiro lugar, a importância de dar lugar à Palavra através da escuta, “pois a disponibilidade para escutar é o primeiro sinal com que se manifesta o desejo de entrar em relação com o outro”.

Escutar a Palavra na liturgia, escreve o Pontífice, nos educa para uma escuta mais verdadeira da realidade. “Entre as muitas vozes que passam pela nossa vida pessoal e social, as Sagradas Escrituras tornam-nos capazes de reconhecer aquela que surge do sofrimento e da injustiça, para que não fique sem resposta.”

Jejuar

Se a Quaresma é um tempo de escuta, prossegue o Papa, o jejum constitui uma prática concreta que nos predispõe a acolher a Palavra de Deus. Por implicar o corpo, é útil para discernir e ordenar os “apetites”, para manter vigilante a fome e a sede de justiça, subtraindo-a à resignação e instruindo-a a fim de se tornar oração e responsabilidade para com o próximo.

No entanto, adverte o Santo Padre, para que o jejum conserve a sua autenticidade evangélica e evite a tentação de envaidecer o coração, deve ser sempre vivido com fé e humildade e deve incluir também outras formas de privação.

Leão XIV então convida os fiéis a uma forma de abstinência “muito concreta e frequentemente pouco apreciada”, ou seja, a abstinência de palavras que atingem e ferem o nosso próximo.

“Comecemos por desarmar a linguagem, renunciando às palavras mordazes, ao juízo temerário, ao falar mal de quem está ausente e não se pode defender, às calúnias.”

Em vez disso, o Papa propõe aprender a medir as palavras e a cultivar a gentileza na família, entre amigos, nos locais de trabalho, nas redes sociais, nos debates políticos, nos meios de comunicação social e nas comunidades cristãs. “Assim, muitas palavras de ódio darão lugar a palavras de esperança e paz.”

Juntos

O Pontífice conclui recordando que a Quaresma realça a dimensão comunitária da escuta da Palavra e da prática do jejum.

“As nossas paróquias, famílias, grupos eclesiais e comunidades religiosas são chamadas a percorrer, durante a Quaresma, um caminho partilhado, no qual a escuta da Palavra de Deus, assim como do clamor dos pobres e da terra, se torne forma de vida comum e o jejum suporte um verdadeiro arrependimento.”

O Papa encerra sua mensagem exortando os fiéis a pedirem a graça de uma Quaresma que torne os nossos ouvidos mais atentos a Deus e aos últimos.

“Peçamos a força de um jejum que também passe pela língua, para que diminuam as palavras ofensivas e aumente o espaço dado à voz do outro. E comprometamo-nos a fazer das nossas comunidades lugares onde o clamor de quem sofre seja acolhido e a escuta abra caminhos de libertação, tornando-nos mais disponíveis e diligentes no contributo para construir a civilização do amor. De coração, abençoo todos vocês e o seu caminho quaresmal.”

Fonte: Vatican News

Todas as sextas-feiras da Quaresma terão programação especial na Catedral

Durante o tempo da Quaresma a Catedral realizará uma programação especial em todas as sextas-feiras, convidando os fiéis a viverem com mais intensidade este tempo de oração, penitência e conversão.

As sextas-feiras quaresmais, tradicionalmente marcadas pela meditação da Paixão do Senhor, serão momentos privilegiados para fortalecer a fé, renovar o coração e aprofundar a caminhada espiritual.

A comunidade é convidada a participar ativamente, unindo-se em oração e recolhimento, vivenciando este tempo como oportunidade de graça e transformação.

Acompanhe a nossa programação completa pelos nossos canais oficiais @catedraldaluz.

Leão XIV aos sacerdotes de Roma: é urgente anunciar o Evangelho

O Papa recebeu o clero de sua diocese e deu orientações para trabalharem juntos diante de “uma crescente erosão da prática religiosa”. O Pontífice exortou a vencer a tentação da autorreferencialidade, a colocar-se ao lado dos jovens e compreender sua desorientação, relançar o anúncio cristão que é a “prioridade”. Que se busquem “caminhos e maneiras que ajudem as pessoas a entrar novamente em contato com a promessa de Jesus”.

Reacender a chama que Deus acendeu por primeiro, oferecendo a oportunidade de colaborar em Sua obra; observar os sinais dos tempos, identificando as mudanças, para relançar o anúncio do Evangelho para além do cansaço da vida sacerdotal, do peso da rotina e do afastamento de muitos da fé, que pode pesar como uma pedra de moinho. E há também os jovens, frágeis, distantes da Igreja, perdidos e com uma inquietação interior que, em casos extremos, se transforma em violência. É nessa escuridão que o fogo do chamado e sua luz se tornam cura, se tornam um horizonte de esperança. Estas foram as palavras proferidas pelo Papa Leão XIV durante o encontro, nesta quinta-feira (19/02), na Sala Paulo VI, no Vaticano, com o clero da Diocese de Roma, da qual é Bispo.

O Papa acolheu os sacerdotes romanos, expressando sua “grande alegria” pelo encontro e explicando, em tom de brincadeira, que, embora fosse o início da Quaresma, a audiência “não é um ato de penitência”. Seu longo discurso foi o de um “pastor segundo o coração de Deus”, recomendação feita aos muitos sacerdotes presentes. Entre as muitas questões urgentes destacadas pelo Papa, uma em particular se sobressaiu:

É urgente retornar a anunciar o Evangelho: esta é a prioridade. Com humildade, mas também sem desânimo, devemos reconhecer que «parte do nosso povo batizado não sente a sua pertença à Igreja», e isso também convida a vigiar em relação a uma «sacramentalização sem outras formas de evangelização». Como todas as grandes aglomerações urbanas, a cidade de Roma é marcada pela mobilidade permanente, por uma nova forma de habitar o território e de viver o tempo, por estruturas relacionais e familiares cada vez mais plurais e, por vezes, fragilizadas.

Um novo caminho

É fundamental uma mudança de ritmo, encontrar “caminhos e meios que ajudem as pessoas a entrarem novamente em contato com a promessa de Jesus”, exortou o Papa.

A iniciação cristã, muitas vezes ditada pelos horários escolares, precisa ser repensada: precisamos experimentar outras formas de transmitir a fé, mesmo fora dos caminhos tradicionais, para tentar envolver crianças, jovens e famílias de maneiras novas.

Uma crescente erosão da prática religiosa

Expressando gratidão pelo trabalho realizado diariamente nas paróquias, Leão XIV enfatizou a necessidade de uma “inversão de marcha” na relação entre iniciação cristã e evangelização, que por vezes é enfraquecida por um modelo clássico que se concentra da administração dos sacramentos e pressupõe a transmissão da fé na família ou no ambiente em que se vive.

Na realidade, as mudanças culturais e antropológicas ocorridas nas últimas décadas mostram que já não é mais assim; pelo contrário, testemunhamos uma crescente erosão da prática religiosa.

“Ler” os Jovens

Um quadro complexo em que os elementos da fé se entrelaçam com os elementos culturais e sociais que condicionam a vida da juventude atual.

Trata-se, portanto, de compreender e ler o profundo mal-estar existencial que os habita, sua desorientação, suas muitas dificuldades, bem como os fenômenos que os envolvem no mundo virtual e os sintomas de uma preocupante agressividade, que por vezes leva à violência.

Acolher e escutar

Leão XIV está ciente do compromisso de muitos sacerdotes na linha de frente, de seu sentimento de impotência diante das graves dificuldades, mas oferece uma direção, sugerindo que as paróquias se engajem no diálogo e na interação “com as instituições locais, com as escolas, com os especialistas em educação e ciências humanas, e com todos aqueles que se preocupam com o destino e o futuro de nossos jovens”.

Não temos soluções fáceis que garantam resultados imediatos, mas, na medida do possível, podemos escutar os jovens, estar presentes, acolhê-los e compartilhar um pouco de suas vidas.

Reavivar o dom de Deus

Ao delinear o papel do sacerdote, o Pontífice convidou os sacerdotes a não se sentirem como “executores passivos de uma pastoral predefinida”, mas os exortou a usar a própria criatividade para colaborar com a obra de Deus.

Igreja de Roma, lembre-se de reavivar o dom de Deus!

Fonte: Vatican News

CF: mais de 60 anos unindo fé, solidariedade e compromisso social; em 2026, a moradia volta ao centro do debate

 

Criada há mais de seis décadas, a Campanha da Fraternidade (CF) se consolidou como uma das principais iniciativas evangelizadoras e sociais da Igreja no Brasil. Realizada todos os anos durante a Quaresma, a ação mobiliza comunidades católicas em todo o país para unir oração, reflexão e atitudes concretas em favor dos mais vulneráveis. Em 2026, o tema escolhido retoma um desafio histórico do país: o direito à moradia digna.

Como surgiu a Campanha da Fraternidade?

A Campanha da Fraternidade nasceu na Quaresma de 1962, em Nísia Floresta (RN), por iniciativa de dom Eugênio de Araújo Sales. Desde o início, foi pensada como uma mobilização ampla, com tempo determinado e arrecadação financeira, uma verdadeira campanha de solidariedade voltada à promoção da fraternidade cristã por meio da ajuda aos mais necessitados.

No ano seguinte, a experiência foi ampliada para as três dioceses do Rio Grande do Norte e mais 13 dioceses do Nordeste, alcançando grande adesão, especialmente em Fortaleza (CE), sob o impulso de dom José de Medeiros Delgado.

Ainda em 1963, durante o Concílio Vaticano II, os bispos brasileiros decidiram levar a iniciativa para todo o país. A decisão foi comunicada por dom Helder Camara, então secretário-geral da CNBB. Assim, em 1964, a CF passou a ser realizada em âmbito nacional, sob os cuidados da Cáritas e da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Desde então, tornou-se expressão de comunhão, conversão e partilha, alcançando comunidades em todos os cantos do Brasil.

Por que a CF aborda temas sociais?

A fraternidade é o foco permanente da Campanha. Já o tema anual busca iluminar situações concretas em que essa fraternidade está ameaçada ou ausente, exigindo conversão pessoal e transformação social.

Ao longo dos anos, a CF passou a ter um caráter formativo e participativo, ajudando a construir consciência cristã e cidadã. Além da reflexão, mantém o chamado “gesto concreto”: a Coleta Nacional da Solidariedade.

Do valor arrecadado, 60% permanecem nas arquidioceses, formando os Fundos Arquidiocesanos de Solidariedade, que apoiam projetos locais. Os outros 40% compõem o Fundo Nacional de Solidariedade, destinado a iniciativas sociais em todo o Brasil.

Dessa forma, fé e ação caminham juntas, fortalecendo a dimensão sociocaritativa da Igreja.

CF 2026: Fraternidade e Moradia

A cada ano, os bispos do Conselho Episcopal Pastoral da CNBB (CONSEP) acolhendo as sugestões vindas dos regionais, dos organismos do Povo de Deus, das Ordens e Congregações Religiosas e dos fiéis leigos e leigas, escolhem um tema e um lema para chamar a atenção sobre uma situação que, na sociedade atual, necessita de conversão, em vista da fraternidade, do bem comum. 

Para 2026, acolhendo sugestão da Pastoral da Moradia e Favelas, os bispos escolheram o tema “Fraternidade e Moradia”, com o lema “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14).

A proposta convida os cristãos a refletirem sobre a realidade habitacional do país. Embora a moradia digna seja um direito garantido pela Constituição, milhões de brasileiros ainda vivem sem casa ou em condições precárias.

Atualmente 6,2 milhões de famílias não têm moradia adequada e 328 mil pessoas vivem em situação de rua.

Para a Campanha, a moradia digna é a porta de entrada para todos os demais direitos. Sem ela, faltam segurança, saúde, educação e dignidade. A CF 2026 quer estimular comunidades, poder público e sociedade civil a buscar soluções concretas para enfrentar o déficit habitacional e fortalecer políticas públicas de habitação.

“É bom que todos nos perguntemos: por que estão sem casa estes nossos irmãos? Não tem um teto, por quê?”

A moradia já foi tema da CF em 1993

Esta não é a primeira vez que a Igreja coloca a questão da moradia em destaque. Em 1993, a Campanha da Fraternidade trouxe o tema “Moradia” e o lema “Onde moras?” (Jo 1,39).

Naquele ano, a CF denunciou a desigualdade urbana e o contraste entre a “cidade legal”, planejada e estruturada, e a “cidade irregular”, marcada por favelas, cortiços, ocupações e moradias precárias.

A reflexão apontou problemas como especulação imobiliária; má distribuição do solo urbano; falta de saneamento e investimentos públicos; crescimento de favelas em áreas de risco e histórico de exclusão habitacional das populações pobres.

Entre as propostas estavam a regularização de áreas ocupadas, construção de moradias populares, subsídios habitacionais, infraestrutura urbana e fortalecimento de associações comunitárias e da Pastoral da Moradia.

A edição de 1993 reafirmou o compromisso evangélico da Igreja com os mais pobres e defendeu a casa própria como condição básica para a dignidade, a vida familiar e o exercício da cidadania.

Fé que se transforma em ação

Ao retomar a temática da moradia em 2026, a Campanha da Fraternidade reforça sua missão histórica: transformar a espiritualidade quaresmal em compromisso concreto com a justiça social.

Mais do que uma iniciativa anual, a CF segue sendo um convite permanente à conversão do coração e das estruturas, para que a fraternidade se torne realidade na vida do povo brasileiro.

Saiba mais

CNBB lança cartaz da Campanha da Fraternidade 2026 com foco na moradia digna – CNBB

CNBB apoiou, em 2025, 234 projetos de Ecologia Integral com R$ 7.236.241,96 que impactam 918.969 pessoas em todo país – CNBB

Campanhas – CNBB

Fonte: CNBB

 

3ª edição da Corrida Luz reúne mais de 700 atletas em celebração da fé e do esporte

A Catedral de Nossa Senhora da Luz promoveu a 3ª edição da Corrida Luz, um evento que já se consolida como um dos momentos mais aguardados da programação do Novenário de Nossa Senhora da Luz, padroeira da Diocese. A corrida integrou oficialmente o calendário do novenário, que acontece de 23 de janeiro a 02 de fevereiro, unindo espiritualidade, saúde e convivência comunitária.

Nesta edição, mais de 700 atletas participaram da Corrida Luz, vindos de diferentes cidades, demonstrando que o evento ultrapassa os limites do esporte e se torna um verdadeiro testemunho de comunhão, alegria e devoção. Cada passo dado ao longo do percurso simbolizou não apenas esforço físico, mas também fé, superação e gratidão.

A Corrida Luz é uma iniciativa da Catedral da Luz, que busca evangelizar também por meio do esporte, promovendo qualidade de vida, fraternidade e o fortalecimento dos laços com a comunidade. O evento reflete o espírito do novenário: caminhar juntos, sob o olhar materno de Maria, deixando-se conduzir pela Luz que é Cristo.

Mais do que uma competição, a Corrida Luz é um encontro. Um momento em que atletas, famílias, grupos da paróquia e fiéis se unem em uma mesma intenção: celebrar a vida, a fé e a presença amorosa de Nossa Senhora da Luz na história do povo.

A Catedral agradece a todos os participantes, apoiadores e voluntários que contribuíram para o sucesso da 3ª edição da Corrida Luz e convida toda a comunidade a seguir participando do Novenário de Nossa Senhora da Luz, acompanhando a programação presencialmente e pelas redes sociais.

 

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Novena de Nossa Senhora da Luz conta com a presença de bispos convidados em suas primeiras noites

A Paróquia Nossa Senhora da Luz, deu início, na última sexta feira, os festejos em honra à sua padroeira. Sendo um momento de muita alegria e devoção para a cidade de Guarabira. No primeiro dia da programação, a Catedral teve a honra de receber Dom Francisco de Sales, frade carmelita e Bispo da Diocese de Mossoró – RN

Dom Francisco de Sales Alencar Batista, da Ordem dos Carmelitas, fez sua profissão religiosa em 24 de janeiro de 1988 e, posteriormente, foi ordenado sacerdote em 29 de novembro de 1995.

 

No exercício do ministério sacerdotal, Dom Francisco de Sales assumiu diversas funções de relevância pastoral e administrativa. Entre elas, atuou como formador de estudantes de Filosofia e reitor da Basílica do Carmo, em Recife, além de exercer o ofício de pároco. Do mesmo modo, foi Conselheiro e Prior Provincial da Província Carmelita de Pernambuco, bem como Vice-Prior do Colégio Internacional Sant’Alberto, em Roma. Antes de sua nomeação episcopal, desempenhava a função de Secretário-Geral da Ordem dos Carmelitas, também na capital italiana.

Já no episcopado, em 8 de junho de 2016, foi nomeado bispo de Cajazeiras pelo Papa Francisco e ordenado em 14 de agosto do mesmo ano, sendo instalado na diocese em setembro de 2016. Desde então, passou a exercer importantes responsabilidades na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil
(CNBB), atuando inicialmente como secretário e, posteriormente, sendo eleito presidente da Regional Nordeste 2 para o quadriênio 2023-2027, além de integrar a Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé.

Em 18 de novembro de 2023, foi nomeado bispo da Diocese de Mossoró, tomando posse como sétimo bispo diocesano em 17 de fevereiro de 2024, em celebração realizada na Catedral de Santa Luzia.

Também, tivemos a celebração no dia seguinte (24/01) do Dom Nereudo Freire, que é bispo auxiliar da Arquidiocese de Olinda e Recife e possui uma trajetória marcada pela atuação pastoral e administrativa na Igreja. Ao longo de seu ministério, exerceu funções como vigário paroquial da Paróquia Jesus Cristo Rei e dedicou-se à formação sacerdotal, atuando como reitor, formador e ecônomo em seminários da Arquidiocese da Paraíba.

Nomeado bispo auxiliar em novembro de 2024, foi ordenado episcopalmente em janeiro de 2025 e tomou posse do ofício em fevereiro do mesmo ano, no Recife.

 

Além disso, desde 2014 atua como ecônomo da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e integra, desde 2023, o Comitê Gestor da instituição.

E para celebrar a missa dominical (25/01), recebemos Dom Antonio Ranis, que ingressou na Congregação do Santíssimo Redentor em 1994, iniciando sua formação religiosa em Garanhuns (PE). Realizou estudos em Filosofia pela Universidade Católica de Pernambuco e em Teologia pelo Instituto Teológico Pastoral do Ceará, sendo ordenado sacerdote em 2006. Ao longo do ministério presbiteral, exerceu funções pastorais e formativas, como vigário paroquial, formador do aspirantado redentorista e superior provincial da Vice-Província do Recife, no quadriênio 2011–2014.

Posteriormente, atuou como pároco, vigário episcopal para a vida religiosa e formador em diversas comunidades redentoristas no Nordeste e no Centro-Oeste, aliando a missão pastoral à formação acadêmica, com pós-graduação em espiritualidade e estudos em Direito Canônico.

Em fevereiro de 2025, foi nomeado pelo Papa Francisco bispo da Diocese de Caicó, recebendo a ordenação episcopal em celebração realizada em Arapiraca – AL.

Pascom Luz

Novena de Nossa Senhora da Luz: programação convida fiéis à oração

À medida que se aproxima a Novena de Nossa Senhora da Luz, o coração da Igreja em Guarabira se prepara para viver dias de fé, oração e esperança. A divulgação deste momento tão especial não é apenas um convite a participar de uma programação religiosa, mas um verdadeiro chamado a caminhar sob o olhar materno de Maria, aquela que conduz o povo de Deus à Luz que é Cristo.

Nossa Senhora da Luz, padroeira da Diocese de Guarabira, é presença viva na história, na fé e na vida do seu povo. Ao longo dos dias da novena, cada anúncio, cada publicação e cada convite partilhado carrega a missão de reacender a chama da devoção mariana nos lares, nas comunidades e nos corações, lembrando que Maria jamais abandona seus filhos, especialmente nos momentos de escuridão e provação.

A Catedral de Nossa Senhora da Luz convida todos os fiéis a viverem intensamente este tempo de graça, fé e comunhão. Participe conosco da Novena de Nossa Senhora da Luz e permita que Maria caminhe ao seu lado, iluminando sua vida e sua família com a Luz que vem de Cristo. Acompanhe toda a programação presencialmente, na Catedral, e também pelas redes sociais oficiais @catedraldaluz, onde serão partilhados momentos de oração, reflexões, imagens e informações diárias da novena. Mesmo à distância, você faz parte desta caminhada de fé.

Venha rezar conosco!

Nossa Senhora da Luz, rogai por nós.

Guarabira vive a abertura da Festa da Luz com carreata e Missa Solene presidida por Dom Francisco de Sales

A Paróquia de Nossa Senhora da Luz – Catedral Diocesana de Guarabira dá início, no dia 23 de janeiro, à tradicional Festa de Nossa Senhora da Luz, padroeira da Paróquia e da Diocese de Guarabira, reunindo fiéis em um momento de fé, comunhão e devoção mariana. Com o tema do dia voltado à missão e ao discipulado, a abertura marca oficialmente o início do Novenário, fortalecendo a espiritualidade do povo de Deus e convidando toda a comunidade a viver intensamente este tempo de graça.

Carreata abre oficialmente a programação festiva

A programação de abertura tem início às 18h, com a Carreata, que sairá da Igreja Matriz de Santo Antônio, reunindo famílias, comunidades, pastorais e movimentos em um gesto público de fé e devoção a Nossa Senhora da Luz. Em seguida, às 19h, acontece o Hasteamento das Bandeiras, simbolizando a solenidade do momento e a unidade da Igreja em torno de sua padroeira.

Carretada de abertura da Festa da Luz 2025, passando pela Avenida Dom Pedro II, em Guarabira/PB.

 

Hasteamento das bandeiras, em 2025, feito por alunos do Colégio da Luz, em Guarabira/PB, e acompanhado por Dom Aldemiro Sena, Pe. Raul e a Deputada Estadual, Camila Toscano.

 

Imagem de Nossa Senhora da Luz, na Carreata de abertura da Festa da Luz 2025, passando pelas ruas de Guarabira/PB.

 

Momento da aspersão dos veículos, feito pelo Pe. Raul, Pároco e Cura da Catedral, em 2025.

 

Missa Solene de Abertura do Novenário

Às 19h30, será celebrada a Santa Missa Solene de Abertura do Novenário, presidida por Dom Francisco de Sales, bispo convidado da Diocese de Mossoró-RN, em um momento especial que reforça a comunhão entre as Igrejas particulares e a importância da Festa para a vida da Diocese de Guarabira.

Dom Francisco de Sales Alencar Batista, nomeado bispo de Mossoró/RN em 18 de novembro de 2023 após a renúncia por idade de Dom Mariano Manzana, possui uma sólida trajetória religiosa e acadêmica. Ele fez a profissão religiosa na Ordem dos Freis Carmelitas em 24 de janeiro de 1988 e foi ordenado sacerdote em 29 de novembro de 1995.

Concluiu os estudos de Filosofia no Instituto Salesiano de Filosofia (INSAF), em Olinda, e de Teologia na The Milltown of Theology and Philosophy, em Dublin, na Irlanda, aprofundando sua formação com licenciatura em Teologia Espiritual no Pontifício Instituto de Espiritualidade Teresianum, em Roma. Sua posse como sétimo bispo diocesano ocorreu em 17 de fevereiro de 2024, durante solene celebração eucarística realizada no adro da Catedral de Santa Luzia, em Mossoró/RN.

Dom Francisco de Sales Alencar Batista, O. Carm, Bispo de Mossoró e Presidente do Regional Nordeste 2, da CNBB.

 

Intenções especiais da noite

A abertura do Novenário também será marcada por intenções especiais, com oração dedicada a motoristas, motociclistas e seminaristas, reconhecendo a missão, o serviço e a caminhada vocacional desses grupos, tão presentes na vida da Igreja e da sociedade.

Convite à participação

A Paróquia de Nossa Senhora da Luz convida toda a população de Guarabira e cidades vizinhas a participar deste grande momento de fé, levando sua família e unindo-se à comunidade para celebrar a padroeira, sob o lema da Festa: “És padroeira, és mãe triunfal.” A Festa da Luz é mais que uma tradição: é um encontro de espiritualidade, amor a Maria e renovação da esperança, que transforma corações e fortalece a caminhada cristã.

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